Um Feliz 2010

Postado em Sem Categoria em 22 dezembro, 2009 por blogtopera

 

Um autêntico texto de final de ano traz mensagens de felicidade e prosperidade. Muito bem, o meu não vai ser diferente, apenas menos entusiástico, eu diria.

O ano de 2009 foi tão intenso, tão surpreendente, tão assustador em certos momentos, que me pergunto o que nos espera em 2010. Quase todas as pessoas que eu conheço passaram esse ano por algum tipo de transformação ou enfrentaram provações de alguma ordem. Definitivamente foi um ano de mudanças e muitas verdades reveladas.

Assim seja.

Aos meus queridos amigos virtuais e não virtuais, desejo sinceramente que tenhamos um Natal alegre em companhia dos nossos e que as comemorações de Ano Novo tenham a energia suficiente para contagiar a tudo e todos que nos rodeiam para que tenhamos um bom ano de 2010.

Que os sonhos se realizem.

Que os desejos verdadeiros sejam atendidos.

Feliz Natal e Feliz 2010 pra nós!

Chique é ser gentil

Postado em Comportamento, Cotidiano, Opinião em 24 junho, 2009 por blogtopera

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Meu post de hoje é motivado pela leitura do post que fala deste mesmo assunto, de minha amiga Cris do Brasil e inspirado à tempos nas situações do dia-a-dia. Nao é de hoje que penso no assunto, então resolvi aumentar o que seria um comentário. Falamos sobre a tal gentileza…

Diz-se muito por aí sobre o espírito alegre e receptivo do brasileiro, sobre a gentileza, presteza e solidariedade dessa gente. Concordo com tudo, porém com muitas, muitas ressalvas.

Esse espírito alegre parece dar lugar à cara fechada da moça na fila ao lado. Você até arrisca um meio sorriso como que para ensaiar um oi silencioso, mas como não recebe nada em troca além de um meio olhar desconfiado, fica na sua. Ambos de cara amarrada. Sei lá, vai ver a fila anda mais depressa ficando assim. Já presenciei cenas de pessoas que ficam até sem jeito quando abordadas com bom humor e um sorriso, como se não estivessem programadas para um primeiro contato desse jeito. E pior: conheço gente que se considera VIP, que frequenta a sociedade, que faz viagens maravilhosas, enfim, que se julgaria culta e educada, porém não consegue dizer bom dia à quem não pertence à sua casta. Pode?!

Gentileza. Ah essa sim está definitivamente fora de moda. Quando foi a última vez que alguém cedeu a vez para você? Quando foi a última vez que VOCÊ cedeu a vez para alguém? Quando parou na faixa de pedestres (sem reclamar!), quando carregou as sacolas daquela senhora no supermercado, quando foi que você aguardou pacientemente que a mulher estacionasse o carro para que você pudesse passar ou então quando foi a última vez que um colega se ofereceu para trazer um cafezinho? Quando mesmo? É disso que estou falando: das ações do dia-a-dia.

E o mais interessante é que dá uma sensação tão boa na gente depois de fazer qualquer umas dessas pequenas gentilezas não dá?! Então por que fingimos não ver, passamos batido, não somos capazes de um simples sorriso? Talvez a correria do dia-a-dia, o stress do trânsito, a hora marcada… ou será simplesmente preguiça e até mesmo vergonha de ser gentil? Fico com a última opção. Ser gentil causa estranheza e parece não ser chique para uns e outros.

A vida resumida…

Postado em Abobrinhas, Humor, Internet em 9 junho, 2009 por blogtopera

A vida resumida em 4 frascos…

 

frascos

Bora aproveitar porque já estamos no terceiro!

A burrice de saber demais

Postado em Comportamento em 28 maio, 2009 por blogtopera

pensativa

O tempo passa e com ele minha consciência ganha mais força. Quando falo em consciência, me refiro à minha própria imagem, à minha percepção de quem eu sou. E quando afirmo que é burrice saber demais, é sobre esse saber que faço esta observação.

Obviamente que não é só comigo que acontece. À medida que o tempo passa é natural que nos conheçamos mais, que reafirmemos posições, enfim. Mas a consciência e principalmente a aceitação sobre quem se é de verdade não acontece com todas as pessoas. Algumas porque nem param pra pensar e seguem vivendo, outras porque preferem fingir que não sabem quem são.

Pois eu sei extamente quem sou. A partir dos 30 anos e especiamente no ano 32 de minha existência, tudo o que estava guardado, tudo o que estava esquecido, tudo o que não se revelava, tudo o que era negligenciado veio à tona e impregnou minha alma de mim mesma. Todo esse saber de mim tem um lado bom e outro bem ruim.

O lado bom é que eu passei a ter mais certezas do que dúvidas e tento, na medida do possível, não me “agredir” ficando ao lado de pessoas que não gosto, situações que me perturbam ou assuntos que não me interessam.

O lado ruim é que sabendo disso tudo, o indicado seria viver quem eu sou e o que eu sou, mas infelizmente não é possível mudar tudo, voltar ao passado, refazer escolhas e sendo assim eu vivo uma intensa e diária adaptação ao mundo que me envolve. Preciso aceitar todos os dias um pouquinho, que minha vida é um aprendizado, que preciso aprender a ser tolerante, paciente e dedicada às pessoas que me amam e às situações cotidianas sem questionar a todo momento se eu seria mais feliz em outra vida.

A burrice se saber demais se deve ao fato de que não sabendo ou não aceitando quem se é de verdade, talvez se viva mais feliz pois não há espaço para pensamentos distantes.

Eles também usam lentes cor-de-rosa

Postado em Comportamento, Cotidiano, Opinião, Relacionamentos, Sentimentos em 12 maio, 2009 por blogtopera

casados 

O cara conhece uma mulher interessante, bem humorada, sempre com um sorriso naqueles lábios brilhantes de gloss. Ela se cuida, malha e mantém o corpo em dia. O cabelo dela esta sempre cheiroso e ele adora quando ela veste aquela blusa que marca seus seios. O salto a deixa mais sexy e confiante, o que naturalmente se traduz no olhar que ela lança na direção dele o tempo todo. Ao menor toque da pele, o corpo todo reage e os dois trocam beijos quentes que levam a um desfecho cheio de paixão.

A paixão leva à vontade de ficar mais e mais tempo juntos. Eles resolvem que juntar as escovas é a melhor opção. Dormir e acordar juntinhos, abraçados é um sonho prestes a se tornar realidade.

Tudo cor de rosa. Ele dorme de lado, ela acha fofo. Ela se enrola no lençol, ele a abraça, pode ser frio. Ele acorda mais cedo, e sai de fininho para não acordar a amada. Ela levanta da cama e trata de arrumar aquele cabelo, afinal ela sabe que não acorda muito bonita naturalmente. Assistem TV abraçadinhos, andam de mãos dadas, fazem programas divertidos. O sexo é sem frescura e cheio de tesão.

O tempo passa. Aquele joelho que bate nela toda noite é motivo de stress noturno. A mania dela de roubar o lençol todo já deixou de ser engraçada. Toda manhã um susto; é ele saindo do quarto. Susto? Susto leva ele ao dar de cara com aquela juba de manhã cedo. Custava ela prender logo aquele cabelo? Um na sala vendo filme de guerra, a outra no quarto assistindo a novela. Ainda andam de mãos dadas, mas agora é movimento automático. Programa divertido é jantar na casa da sogra e o sexo, bem, ele não entende muito bem onde foi parar aquela fogosa com quem ele se casou. Agora tem hora certa e errada, posição pré-programada e tempo cronometrado. Se demorar demais ela já começa a pensar que precisa resolver aquele pepino no trabalho amanhã.

É época de TPM, é a semana da enxaqueca. O humor dela foi para o espaço e deu lugar à mania de organização em casa. Aquele cabelo comprido, sedoso e cheiroso de outros tempos, agora vive amarrado em um rabo de cavalo sem graça. Cara lavada e cheiro de sabonete líquido Dove é o máximo que ele tem de glamour. As blusas instigantes deram lugar à camisetes folgadas pra esconder a barriga que teima em aparecer. A dificuldade em manter o corpo de antes a faz insegura e ciumenta. O selinho mais demorado é o de boa noite, o outro existente é o de despedida de manhã, afinal a barba dele agora causa alergia.

Não, eles não são nossos filhos, mas precisam de uma atenção feminina de vez em quando. Sermos mulheres bem resolvidas não nos impede de fazer pequenas gentilezas tão valorizadas pelos nossos homens. Fazer aquele prato que ele gosta e que você aprendeu, dar uma vasculhada no guarda-roupas dele e constatar que a empregada não está passando direito as camisas e que ele precisa de jeans novos não nos torna menos interessantes. Resgatar a sensibilidade esquecida e oferecer uma massagem nas costas naquele dia tão estressante não diminui a auto-estima de ninguém. Enfim, ser feminina, elegante e sensível não vai aniquilar o seu cérebro de mulher moderna e só vai contribuir para que sejamos mais poderosas e mais amadas.

Nem João, nem Ricardão. É a samambaia.

Postado em Comportamento, Opinião, Relacionamentos, Sentimentos em 11 maio, 2009 por blogtopera

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Ando ouvindo mais e mais histórias de separações de casais. Gente casada há anos, com ou sem filhos, que derrepente anuncia separação oficial. Aos olhos da família e amigos, parece uma grande surpresa, afinal faziam um par tão harmonioso, ou ainda, não conseguem entender o motivo do “insatisfeito” que tomou a iniciativa. E o tal insatisfeito, tem sido cada vez mais o lado feminino da dupla.

Fiquei pensando depois de ouvir um homem comentando que “o pior é que elas estão se separando pra ficarem sozinhas”. Na visão de um homem, a separação faz mais sentido se ele for trocado por outro, pois desta forma ele consegue entender um motivo, digamos, visível. Não parece fazer muito sentido para o sexo masculino que a mulher prefira viver com sua samambaia de segunda à sexta e namorar no final de semana, nem que seja o ex marido.

Eu, se fosse homem nos dias atuais, tratava de abrir os olhos. E não estou falando de abrir olhos para procurar pelo Ricardão não, falo em abrir os olhos e tratar de enxergar a mulher dos dias de hoje. Mulheres que trabalham fora no mínimo 8 horas por dia, que não estão nem aí para o fato da  janta não estar pronta ou a camisa não estar bem passada pelo simples fato de que não têm tempo para tais problemas domésticos ou pior, têm tempo, mas não tem paciência. Mulheres que produzem, que ocupam cargos de chefia, que consomem, que tomam decisões mais importantes na vida do que a escolha da marca do sabão em pó. Mulheres que na maioria esmagadora das vezes trocam um par de sapatos novos por mês, pelo salário de uma empregada doméstica. Mulheres que chegam em casa e querem tão somente levantar as pernas, tomar conta do controle remoto e ligar para o tele-pizza.

Ana Lu (fundadora do Topêra) sabiamente concluiu que para a maioria dos homens só existem dois estados de espírito possíveis para as mulheres: “ela está brava” ou “ela não está brava”. Simples assim. O estar brava é um estado temporário em que o cara só precisa esperar passar. Eu concordei!

Posso falar sobre esse assunto por horas, por isso para concluir, eu diria aos descasados surpresos do momento e aos que estão à perigo (sabendo ou não) que o romantismo, o bom humor, o perfume no cangote e o companheirismo do tempo de namoro continuam em alta. Foi a rotina e o excesso de intimidade que transformaram o tesão em chateação. Entenda de uma vez por todas que você não casou para ter uma segunda mãe e nem mesmo uma melhor amiga, você casou para ter a sua MULHER  e ela o seu HOMEM. O resto vem junto. Resgate aquele beijo apaixonado, surpreenda de vez em quando e colha os resultados. Lembra?! Você sabia fazer muito bem… ;)

Te chamam de quê?

Postado em Abobrinhas, Humor, Internet, Opinião em 27 abril, 2009 por blogtopera

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Estava atualizando a página ao lado “Ana” quando surgiu a idéia de escrever sobre nomes.

Quando escrevi a primeira frase do Ana, não pude ser mais verdadeira. Eu, de Amélia não tenho nada.  Diz a lenda que meu nome se deve a uma homenagem feita ao nome de minha avó Amélia. Então juntaram Ana, que por coincidência era nome da avó de meu pai e ficou Ana Amélia. Não acho que o nome todo tenha a ver comigo. Gosto de Ana: simples, direto, objetivo e forte. Nome antigo.

Não gosto de nomes inventados, aquela história de juntar pedaços de outros nomes ou sílabas ao contrário, enfim. Também não gosto de nomes criados a partir do som de nomes estrangeiros com a escrita abrasileirada. Nomes compostos como o meu, só funcionam se você for chamar a pessoa pelos dois nomes. Pedro Henrique e Claudia Vanessa, por exemplo.

“_ Sr. Pedro Henrique está?” Soa normal.

“_ Claudia Vanessa venha aqui por favor.” Só uma mãe muito brava chama assim. No geral será conhecida tão somente por Claudia, assim como eu, por Ana.

Um pai e uma mãe deveriam analisar mais à frente as consequências que o nome escolhido pode ter na vida de seu filho. Chamar um filho de Marciano ou de Lindsey chega a ser piada de mau gosto. Um nome estranho gera situações embaraçosas e vergonha ao seu dono. Já assisti várias situações onde a pessoa ao ter seu nome indagado já o diz com os dois pés atrás porque sabe que vai ter que repeti-lo pelo menos mais uma vez. Ou ainda nomes que de tão estranhos acabam sendo cortados por seus donos, como uma Alcidieine que se declara Dieine.

Aqui há uma lista de nomes bizarros. http://algunsnomesestranhos.blogspot.com/

E você? Se identifica com seu nome?

:D

Despedida

Postado em Sentimentos em 22 abril, 2009 por blogtopera

Como toda despedida… é difícil, mas necessária.

Quando aceitei o convite da Ana Amélia pra escrevermos um blog, , pensei sinceramente que iria gostar disso. Escrever me parecia natural, e agradável. Depois de alguns poucos post, me vi em apuros…eu não sei, se sei, fazer isso, escrever sobre comportamento, sentimentos ou banalidades é complicado para mim, aí o que era pra ser prazer passou a ter a conotação de obrigação. Travei mesmo! Consigo falar, ah isso sim! Falo sobre muitas coisas e muitas vezes até demais! Mas escrever… hmm, acho que não, ou ainda não. Não me sinto madura para tanto, não me sinto capaz de expressar em palavras o que quero dizer, quando leio o que escrevi, parece que não era nada daquilo. Então, resumindo, e sendo objetiva, despeço-me, peço demissão (hehehe). Adoro ler seus posts minha amiga, quando dá tempo, nessa minha rotina abarrotada de trabalho. Vou ler sempre que puder, postar algum comentário. , mas para blogueira, definitivamente eu não sirvo.

Obrigada a todos que leram meus post, fizeram comentários. Talvez daqui mais algum tempo, mude de idéia, mas por hora é isso.

Um dos meus poucos textos falava de mudança, esta é uma delas, neste momento necessária para que eu  sinta com um certo alívio.

Muita luz para todos

Ana Lu

Escrever

Postado em Comportamento, Cotidiano, Sentimentos em 13 abril, 2009 por blogtopera

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Escrever em tempos de editores de texto não tem lá o mesmo efeito eu acho. Desde muito gosto de usar das palavras como válvulas de escape para sentimentos, ressentimentos e confissões.

Sempre gostei do ritual de pegar folha de papel e lápis, mas muitas foram as vezes em que um papel rasgado ou mesmo um lenço de papel e a caneta mais próxima foram o suficiente para extravasar o momento. Escolhia lápis porque a letra saía mais bonita, a escrita ficava mais romântica. Gostava do efeito visual.

Hoje já não escrevo à mão. O computador parece mais lógico, mais rápido e afinal, está bem aqui à minha frente na maior parte do meu dia. O que não escrevo por aqui, guardo para o próximo momento. Nada romântico. Bem mais prático.

O efeito extravasor permanece, mas minha letra fica cada dia mais feia.

Ana A.

E vence a razão

Postado em Comportamento, Notícias, Opinião, TV em 8 abril, 2009 por blogtopera

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Meu candidato ganhou. Max foi o vencedor do Big Brother Brasil 9 e com ele venceu o uso do cérebro, do raciocínio lógico, do espírito de competição saudável, do humor.

Até que enfim um jogador venceu o jogo BBB. Parece que o povo enfim entendeu que jogar não significa ser frio e calculista. É possível jogar com inteligência e bom humor. Nas edições que acompanhei, sempre torci por aqueles que teimam em pensar antes de agir sem temer o rótudo de jogador, como se isso fosse pejorativo.

Max foi um jogador nota 10. Aliou estratégia, humor e boa dose de paciência para conseguir a vitória. Priscila, a segunda colocada, caso tivesse vencido, também teria seus méritos, uma vez que mostrou que mais que um par de coxas, tem uma ótima cabeça e um coração nobre. Já Francine, a meu ver, chegou ao terceiro lugar por pura sorte. Mostrou-se burra, ansiosa, desmedida e chata. Não fosse a irreverência infantil, não teria chegado tão longe.

Max vinga minha sede de razão em meio a tantos ataques emocionais histéricos.

Ana A.